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Polícia paraguaia procura por celulares em celas de membros do PCC

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Policiais paraguaios fizeram buscas nesta quinta-feira (28) em celas ocupadas por membros do PCC (Primeiro Comando da Capital) na sede da Agrupación Especializada, um grupo de elite da Polícia Nacional do Paraguai.

O pente-fino para apreender celulares não incluiu a cela do narcotraficante brasileiro Jarvis Gimenes Pavão, que há 14 meses cumpre pena no local.


O promotor de justiça paraguaio Hugo Volpe, que lidera a guerra contra o narcotráfico no Paraguai, confirmou em entrevista à rádio ABC Cardinal que as buscas não incluíram a cela de Pavão. Segundo ele, apenas as celas ocupadas por outros sete presos, alguns deles membros do PCC, foram vasculhadas. Telefones celulares foram apreendidos e serão submetidos à perícia.

Hugo Volpe informou que a inteligência da polícia descobriu que esses internos estavam usando celulares, o que não ocorre com Jarvis Pavão, segundo ele. O brasileiro está há dois meses de cumprir a pena de oito anos por lavagem de dinheiro e deve ser extraditado para o Brasil.

Segundo o promotor, as buscas foram feitas nas celas de Sergio Ramírez, Rodrigo Martínez Zapata, Thiago Giménez, Valdecir Gonçalves, Reinaldo Araújo, Arnaldo Martínez e Héctor Argüello.

De manhã, quando a operação começou, a advogada Laura Casuso, que defende o narcotraficante brasileiro, disse a jornalistas paraguaios que as buscas seriam feitas na cela de seu cliente. Ela foi até a Agrupación para tentar impedir o pente-fino, mas quando chegou descobriu que a cela de Pavão não estava na lista.

No dia 30 de agosto deste ano, a Polícia Federal brasileira desencadeou a Operação Coroa, para prender traficantes de Mato Grosso do Sul e do Paraná que negociaram carregamentos de cocaína com Pavão quando ele estava preso no presídio de Tacumbú.

O brasileiro ficou sete anos preso em Tacumbú, de onde foi transferido em julho do ano passado por ordem direta do presidente Horácio Cartes, após o governo descobrir que ele vivia com luxo e mordomia dentro da cadeia.


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