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Após interrogar suspeito, polícia confirma a morte da menina Tabata

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| sequestro | Tabata Crespilho | Umuarama


Foi confirmada pela polícia a morte de Tabata Fabiana Crespilho Rosa, de 6 anos.

A menina estava desaparecida desde a tarde de terça-feira, por volta das 13.


Suspeito, Eduardo Leonildo da Silva, 30 anos, foi detido no final da tarde de quarta. Ele reside no Parque Danieli e seria conhecido da família. Os policiais chegaram até suspeito após um vídeo de câmera de monitoramente mostrar que Tabata teria entrado em um veículo Gol, branco, modelo antigo.

Informações preliminares são de que ele indicou aos policiais a localização do corpo da criança, na região do bairro Sonho Meu – o local exato ainda não foi divulgado para evitar tumulto. O suspeito foi interrogado pelas equipes da Polícia Civil de Umuarama e do Sicride (Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas). Inicialmente ele negou o crime. Depois confessou e voltou a negar.

Enquanto o suspeito era interrogado, a mãe de Tabata, Fernanda Crespilho e seu padrasto Willian, conversaram com a imprensa e informaram que Silva seria conhecido de vista. Disseram que ele teria sido preso e que recentemente foi solto – e que depois que ele retornou não o tinham mais visto.

Tabata Fabiana Crespilho da Rosa de seis anos foi à escola acompanhada do irmão mais velho de 13 anos, como fazia todos os dias. Porém ela não entrou na instituição. A família registrou o desaparecimento e desde então a garotinha era procurada.


Imagens mostraram que ela foi abordada pelo criminoso perto da instituição e não foi à escola. Câmeras do sistema de monitoramento de estabelecimentos da região ajudaram a investigação a chegar até Eduardo.

Tabata foi raptada, e pode ter sido violentada sexualmente. O corpo estava com os pés e mãos amarrados de cabeça para baixo. Laudos devem apontar como ela foi morta e se houve estupro.

Praça de guerra

Após a divulgação da notícia da prisão, pessoas foram se aglomerando na frente da 7ª SDP na noite desta quarta-feira (27) para tentarem linchar o suspeito, que teve que ser transferido. A família da menina aguardava esperançosa que ela fosse encontrada com vida. Pedras foram lançadas na delegacia, que teve a sua entrada destruída, foi preciso conter a multidão com bombas. Alguns carros da imprensa foram queimados e outros virados.


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