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Violência eclode enquanto catalães votam em referendo para deixar a Espanha

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A polícia de choque espanhola entrou em estações de votação em toda a Catalunha no domingo, confiscando cédulas e documentos de votação para tentar suspender um referendo proibido sobre a divisão da Espanha, com Madri afirmando sua autoridade sobre a região rebelde.



A polícia arrebentou portas para forçar a entrada nos locais de votação, enquanto catalães gritavam Fora forças de ocupação e cantavam o hino da rica região do Nordeste. Em um incidente em Barcelona, a polícia disparou balas de borracha.

A prefeita de Barcelona, Ada Colau, disse que mais de 460 ficaram feridas nos confrontos. Policiais atingiram pessoas com cacetetes e removeram a força pessoas das estações de votação, incluindo mulheres e idosos.

O referendo, declarado ilegal pelo governo central da Espanha, lançou o país em sua pior crise constitucional em décadas e aprofundou um racha centenário entre Madri e Barcelona.

Apesar da ação policial, filas com centenas de pessoas foram formadas em cidades e vilas em toda a região para votar. Em um local de votação em Barcelona, pessoas idosas e crianças tiveram preferência na entrada.

Estou tão satisfeito porque, apesar de todos os obstáculos que colocaram, consegui votar, disse Teresa, uma aposentada de 72 anos em Barcelona, que ficou em fila por seis horas. A votação não terá status legal, já que foi bloqueada pelo Tribunal Constitucional da Espanha e por Madri por estar em desacordo com a Constituição de 1978.

Uma minoria de cerca de 40 por cento dos catalães apoia a independência, mostram as pesquisas, embora a maioria queira um referendo sobre o assunto. A região de 7,5 milhões de pessoas tem uma economia maior que a de Portugal.

No entanto, se a votação acontecer, um sim é altamente provável, considerando que a maioria daqueles que apoiam a independência deve votar, enquanto a maioria daqueles que são contra não irão.


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