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FGV reduz projeção do IPC-S de 2017 de 3,7% para 3,4%

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| Consumidor | IPCA | taxa | FGV | economia


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A queda na taxa do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) em setembro levou o coordenador do indicador da Fundação Getulio Vargas (FGV), Paulo Picchetti, a diminuir a expectativa para o dado fechado deste ano.

Inicialmente, esperávamos alta na faixa de 0,30%, mas depois alteramos para perto de zero. Isso força revisão na projeção para o ano de 3,7% para 3,4%, explica. Caso a estimativa seja confirmada, será a menor taxa da série histórica da FGV, iniciada em 2002.

Se o próprio IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) ficar nessa linha, será a primeira vez que o Banco Central terá de escrever a carta ao ministro da Fazenda para justificar o descumprimento por inflação muito baixa, ressaltou Picchetti.

Segundo ele, isso seria, em princípio, um sinal de alerta de que a política monetária estaria no sentido equivocado. Picchetti pondera que, apesar de a inflação estar baixa em razão do desempenho ruim da atividade, já há sinais de retomada econômica.

A tendência, conforme o economista, é que esse cenário de inflação favorável perdure em 2018, ainda que em nível aquém do previsto para 2017. Um exemplo que reforça tal estimativa, disse, é a medida de núcleo do IPC-S.

Em setembro, a taxa do núcleo ficou em 0,28%, acumulando 3,63% em 12 meses. Esse patamar é superior ao de 3,17% do IPC-S em 12 meses terminados em setembro. Desde novembro do ano passado, a variação do núcleo em 12 meses está maior que a do IPC-S. Isso dá uma boa ideia de que a inflação do ano que vem ficará um pouco acima da de 2017, quem sabre na faixa de 4,00%, avaliou.


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