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Oposicionistas vão obstruir sessão de amanhã em denúncia contra Temer

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| Michel Temer | denúncia | planalto | corrupção


Ao denunciarem que o Executivo escancarou ainda mais o balcão de negócios no último final de semana para conseguir votos favoráveis a Michel Temer na votação da denúncia contra ele, prevista para amanhã (25), na Câmara, líderes partidários da oposição anunciaram que suas bancadas não vão registrar presença na sessão.

Mais do que um protesto, a iniciativa é um ato político com o objetivo de adiar o quanto for possível a votação, visando desgastando ainda mais o presidente.


Temer e dois dos seus ministros, Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretária-geral), foram denunciados pelos crimes de organização criminosa e obstrução de justiça. Vamos deixar o presidente sangrando por mais tempo, disse o líder do PSB, Júlio Delgado (MG).

A responsabilidade de conseguir quórum para a votação é do governo. Nossa estratégia é essa, de não registrar presença. Mas é claro que, se a base aliada do governo conseguir o quórum, iremos para o embate, explicou o líder da minoria na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE).

Os líderes oposicionistas também destacaram que foram liberadas, por parte da presidência da Casa, três alas das galerias do plenário, da seguinte forma: uma parte para manifestantes contra Temer, outra parte para que se acomodem os que possuem posição favorável ao presidente e uma terceira para a imprensa.

Parlamentares também aguardam a possibilidade de a denúncia vir a ser desmembrada por meio de ordem judicial. Mandado de Segurança pedindo essa divisão foi impetrado ontem, no Supremo Tribunal Federal (STF), depois que a Câmara resolveu manter a votação conjunta da peça jurídica. O relator do mandado no tribunal, ministro Marco Aurélio de Mello, ficou de dar uma resposta sobre a questão ainda hoje.


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