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PMs do RN aceitam proposta, mas fazem novas exigências para retomar atividades



Os policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte estão próximos de retornar às ruas.

No início da tarde desta terça-feira (9), os militares acataram a proposta do Governo do Estado sobre condições de trabalho e pagamento dos salários. Um novo encontro entre Executivo e policiais ocorre nesta tarde e o retorno poderá ser confirmado em nova assembleia, ainda nesta terça-feira. No entanto, os policiais e bombeiros fizeram novas exigências para a volta às atividades.


Os policiais acataram a proposta do Governo do Estado de retomar as atividades com a promessa do pagamento dos salários de dezembro até o sábado (12), além de investimentos nas melhorias das condições de trabalho, principalmente com relação à recuperação das viaturas utilizadas no patrulhamento.

Segundo o Governo, há a expectativa de que o Governo Federal disponibilize entre R$ 70 milhões e R$ 100 milhões para investimentos na polícia potiguar, com esses recursos utilizados para a compra de equipamentos e recuperação estrutural. Contudo, outras exigências terão que ser acatadas pelo Executivo.

Na reunião da tarde desta terça-feira, as associações que representam os militares levaram ao Executivo a informação de que retomariam as atividades, desde que também ocorresse a garantia de que não haveria punição a policiais e representantes do movimento - que foi considerado ilegal pela Justiça e houve decisões para a prisão de envolvidos. Além disso, os policiais também querem ficar fora de ajustes que serão impostos aos demais servidores públicos.

Na proposta apresentada, os policiais e bombeiros querem continuar com a alíquota de 11% relativa ao repasse à Previdência, enquanto os demais servidores, em projeto apresentado pelo Executivo à Assembleia, ficarão com alíquota de 14%. Já sobre a suspensão das promoções, anunciada nesta terça-feira, os policiais e bombeiros também querem ficar fora da determinação. Para voltar às atividades, os policiais e bombeiros querem que o Governo acate os pedidos e publique o acordo em forma de decreto.

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Além das garantias, os policiais também argumentaram que, caso o Governo não proceda os investimentos prometidos na melhoria das estruturas de trabalho e não tome medidas para evitar novos atrasos nos salários, os policiais poderão suspender o policiamento nas ruas durante o Carnaval.


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